26 de dez. de 2009
4 de nov. de 2009
EDUCAÇÃO E CIDADANIA
Vivemos numa sociedade um pouco cruel que esquece seus cidadãos, ou então, desvirtua o conceito de cidadania. A realidade social é atroz para aquelas pessoas que tem seus direitos negados, colocando – os à margem de uma vida digna.
Enquanto isso, esta mesma sociedade se esforça para esconder essa realidade por meio da ideologia da elite dominante, criando assim uma falsa consciência da realidade. Dizendo de outro modo, cria – se mecanismos que levam as pessoas a pensar e agir de acordo com os interesses da classe dominante. De modo sutil e eficiente os meios de comunicação de massa procuram construir uma sociedade hegemônica, ou um nível padrão, que seja aceito dentro dos parâmetros da classe dominante. Podemos citar como exemplo claro disto as novelas que em geral quando apresenta o pobre, ele está “satisfeito e feliz”. Sempre há um salvador da pátria, aquele que resolve tudo, o problema de todos. Essa mensagem acaba sendo eficiente quando não se tem uma postura crítica frente ao que se apresenta para nós, fazendo as pessoas acreditarem que a realidade seja assim também.
Talvez por isso é que temos muitos “cidadãos por um dia”, isto é , pessoas que são cidadãs apenas no dia da eleição, quando se dirigem até a urna para depositar seu voto, seu pensar em sua escolha, e no dia seguinte não são mais lembradas por aqueles que colheram seus votos.
Provavelmente está aí o grande mote da educação: formar os educandos para a cidadania ativa, para a consciência política e ética; possibilitar a compreensão da realidade social em que vive e criar mecanismos para que possam atuar na transformação dessa realidade. E este desafio está nas mãos dos educadores no sentido de tomar uma postura mais crítica e democrática na escola, de construir uma autonomia da escola, que leve a participação de todos na conquistas de seus direitos e do exercício da cidadania consciente.
Enquanto isso, esta mesma sociedade se esforça para esconder essa realidade por meio da ideologia da elite dominante, criando assim uma falsa consciência da realidade. Dizendo de outro modo, cria – se mecanismos que levam as pessoas a pensar e agir de acordo com os interesses da classe dominante. De modo sutil e eficiente os meios de comunicação de massa procuram construir uma sociedade hegemônica, ou um nível padrão, que seja aceito dentro dos parâmetros da classe dominante. Podemos citar como exemplo claro disto as novelas que em geral quando apresenta o pobre, ele está “satisfeito e feliz”. Sempre há um salvador da pátria, aquele que resolve tudo, o problema de todos. Essa mensagem acaba sendo eficiente quando não se tem uma postura crítica frente ao que se apresenta para nós, fazendo as pessoas acreditarem que a realidade seja assim também.
Talvez por isso é que temos muitos “cidadãos por um dia”, isto é , pessoas que são cidadãs apenas no dia da eleição, quando se dirigem até a urna para depositar seu voto, seu pensar em sua escolha, e no dia seguinte não são mais lembradas por aqueles que colheram seus votos.
Provavelmente está aí o grande mote da educação: formar os educandos para a cidadania ativa, para a consciência política e ética; possibilitar a compreensão da realidade social em que vive e criar mecanismos para que possam atuar na transformação dessa realidade. E este desafio está nas mãos dos educadores no sentido de tomar uma postura mais crítica e democrática na escola, de construir uma autonomia da escola, que leve a participação de todos na conquistas de seus direitos e do exercício da cidadania consciente.
16 de out. de 2009

Homenagem a você caro professor!
Tenho orgulho de ser Professora, foi a profissão que escolhi e da qual gosto muito.
Gosto de ensinar e aprender e é neste vai e vem constante, nesta dependência contínua, que está a magia de minha profissão.
Mas afinal o que é ser professor?
Ser Professor é escutar o silêncio de um olhar, o rolar de uma lágrima, a manifestação de um contentemento e a vontade de receber um abraço.
Ser Professor é Ser. Apenas isso. É o que procuro alcançar todos os dias.
Ensinando e aprendendo, sorrindo, desafiando, acreditando, querendo;
Dando a mão , escutando, estendendo - se ,olhando atentamente ,sendo presente ;
Construindo e reconstruindo;
Sendo eu mesma. Sempre!!!!
E você já pensou nisso?
Feliz dia dos Professores e que o espírito comemorativo permaneça todos os dias do Ano Letivo.
Parabéns Professor!!! Nós merecemos!
6 de out. de 2009
EDUCAÇÃO PARA SECULO XXI
A Educação aqui é compreendida como processo de formação e de aprendizagem socialmente elaborado e destinado a contribuir na promoção da pessoa humana enquanto sujeito de transformação social, que transforma e é transformado.
A educação é o lugar adequado onde as pessoas se interrogam, refletem a seu respeito, onde deve haver debate e também uma constante procura. Pela educação deve – se ter ousadia de ir à busca do novo, conhecer o passado para construir no presente e planejar para o futuro sempre algo novo.
A evolução pela qual passamos tem exigido do homem moderno uma maior competência técnica e ao mesmo tempo provocado sérias mutações em padrões e valores vigentes. A escola deve assumir a função de integrar o homem com o mundo agindo com o propósito de diminuir a miséria humana.
De acordo com Morin
A educação deve favorecer a aptidão natural da mente para colocar e resolver os problemas e correlativamente, estimular o pleno emprego da inteligência geral. (...) Trata – se, desde cedo, de encorajar, de instigar a aptidão interrogativa e orientá – las para os problemas fundamentais de nossa própria condição e de nossa época. (2005, p.22)
Vivemos em tempo de globalização, impondo mudanças de paradigma para o tratamento do saber. É importante que nos conscientizemos de que o momento histórico exige de nós uma atitude difundida por Fazenda (1996) e que precisa ser vista pelos educadores pelo menos em três ângulos:
• Uma aquisição sólida de conceitos que possam ser aprofundadas e desenvolvidas em suas vidas;
• Um voltar – se para dentro de si mesmo, avaliando seu comportamento frente à vida e em que proporção sua existência se aproxima da teoria;
• Aquisição de uma metalinguagem, ou seja, que o professor aprenda a linguagem dos gestos, do olhar entre outras diferentes linguagens.
Cabe ressaltar ainda o que afirma Belloni , a escola da pós modernidade terá que formar o cidadão capaz de ler e escrever em todas as novas linguagens do universo informacional em que está imerso. (1998, p. 146)
Considerando esta realidade, cabe levantar o problema que desafia a educação na atualidade, qual seja a educação brasileira se preocupa em dar condições para que o aluno possa estar consciente de seus direitos e deveres de cidadão? O aluno quando sai da escola tem condições de entender como funciona a política, a economia, a exploração no trabalho? A escola está formando pessoas passivas ou agentes de transformação?
Temos que oportunizar várias linguagens e outros conhecimentos. A formação cultural implica abertura de outros campos do conhecimento. As imagens televisivas e as diversas mídias oferecidas à sociedade devem ser vistas como um campo para exercitar o pensamento, saber selecionar e ter uma visão crítica do que se pretende por traz daquela informação.
Exercitar esta reflexão crítica é muito importante por tratar – se especialmente de uma atitude e de uma opção de não adaptação no e com o mundo, mas reflexão para a compreensão e ação no sentido de mudar contextos sociais, numa perspectiva de se construir uma sociedade socialmente mais justa.
Uma educação que tenha isto como horizonte não pode ser uma educação fragmentada e também não pode ser uma educação unidimensional, isto é, que apenas desenvolva as capacidades para o mercado. Tem que desenvolver o conjunto de capacidades: ser bom cidadão, bom profissional, um sujeito máximo que pense muito, que reivindique seus direitos e se organize para concretizá – los. A construção da cidadania deve ser o ponto fundamental no processo educativo.
Para Grinspum (2001,p.35), a educação precisa buscar a compreensão desse contexto para situar o educando no significado do humano e na compreensão do mundo que o abriga.
Hoje o aluno dispõe de inúmeros meios de aprendizagem (rádio, televisão, jornais, revistas, internet, etc.) não necessitando necessariamente ligar – se a figura do professor, mas na perspectiva política o papel do educador é necessário, como afirma Moran (2007, p.18) “bons professores são as peças-chave na mudança educacional”. Como mediador entre saberes, cabe ao professor despertar o aluno para o mundo, para a criação, para um projeto de vida, a produção e a difusão de saberes.
Os multimeios e suas variadas formas de lazer e diversão transformam o ensino num desafio para os educadores. Como nos referencia Moran (2007, p. 38) “necessitamos dos educadores tecnológicos que nos tragam as melhores soluções para cada situação de aprendizagem, que facilitem a comunicação com os alunos (...) e que humanizem as tecnologias e as mostrem como meios e não como fim”.
Nesse sentido faz – se mister a busca de uma prática pedagógica que leve o aluno ao questionamento da problemática que envolve o seu estado, o seu país, uma prática voltada para a ética e a cidadania, formando assim um ser crítico-reflexivo. Cabe a nós educadores permitir que os alunos possam fazer uma reflexão profunda das mídias. Temos como papel fundamental despertar no aluno o lado oculto das mídias, lendo nas entrelinhas o que cada programa e /ou página está querendo oferecer. Cabe ressaltar ainda o que afirma Moran (2007,p. 54) “o desafio de educar é o de ir construindo pontes entre universos de significação diferentes, entre formas de compreensão contraditórias e de comunicação divergentes”.
As mídias são recursos importantes a serem incorporados ao cotidiano escolar, mas seus benefícios serão maiores à medida que lhes forem oportunizados a expansão da percepção de mundo e ampliação de aprendizagem, envolvendo os alunos em trabalhos cooperativos e solidários, num ambiente de autonomia e liberdade, permitindo – lhes assim a construção e reconstrução do conhecimento e acima de tudo construir – se e reconstruir – se diariamente como cidadãos.
Portanto precisamos de ações que nos levem a buscar uma nova sociedade, onde haja justiça como principal fonte para realizar a igualdade, a liberdade e todas as linhas de desenvolvimento do ser humano. A escola é um espaço de construção de identidades, de existência de práticas pedagógicas não-convencionais que promovem o convívio das diferenças culturais em busca da superação das desigualdades. Para isso precisamos lutar contra a exclusão e adaptar a educação à diversidade dos alunos; respeitar o direito a própria identidade e progredir no respeito pelos direitos humanos.
É preciso programar ações nas escolas que implementem uma prática inovadora, com propósito voltado para o compartilhar saberes e a interdisciplinaridade poderá favorecer estas aproximações.
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BELLONI, M.L. Educação a distância. Campinas: Autores associados, 1999
DELORS, Jacques. Relatório-Educação: Um Tesouro a descobrir ( UNESCO, MEC) Cortez Editora- SP, 1999.
FAZENDA, Ivani C. Arantes. Interdisciplinaridade, História e Pesquisa. Campinas, SP: Papirus, 1994.
GRINSPUM,Mirian P S Zippin. Educação Tecnológica: desafios e perspectivas. 2ª Ed. São Paulo:Cortez, 2001
MORAN, José Manuel. A educação que desejamos: Novos desafios e como chegar lá.Campinas São Paulo:Papirus, 2007
MORIN, Edgar. Educação e Complexidade: Os sete saberes e outros ensaios. São Paulo: Cortez, 2002.
A educação é o lugar adequado onde as pessoas se interrogam, refletem a seu respeito, onde deve haver debate e também uma constante procura. Pela educação deve – se ter ousadia de ir à busca do novo, conhecer o passado para construir no presente e planejar para o futuro sempre algo novo.
A evolução pela qual passamos tem exigido do homem moderno uma maior competência técnica e ao mesmo tempo provocado sérias mutações em padrões e valores vigentes. A escola deve assumir a função de integrar o homem com o mundo agindo com o propósito de diminuir a miséria humana.
De acordo com Morin
A educação deve favorecer a aptidão natural da mente para colocar e resolver os problemas e correlativamente, estimular o pleno emprego da inteligência geral. (...) Trata – se, desde cedo, de encorajar, de instigar a aptidão interrogativa e orientá – las para os problemas fundamentais de nossa própria condição e de nossa época. (2005, p.22)
Vivemos em tempo de globalização, impondo mudanças de paradigma para o tratamento do saber. É importante que nos conscientizemos de que o momento histórico exige de nós uma atitude difundida por Fazenda (1996) e que precisa ser vista pelos educadores pelo menos em três ângulos:
• Uma aquisição sólida de conceitos que possam ser aprofundadas e desenvolvidas em suas vidas;
• Um voltar – se para dentro de si mesmo, avaliando seu comportamento frente à vida e em que proporção sua existência se aproxima da teoria;
• Aquisição de uma metalinguagem, ou seja, que o professor aprenda a linguagem dos gestos, do olhar entre outras diferentes linguagens.
Cabe ressaltar ainda o que afirma Belloni , a escola da pós modernidade terá que formar o cidadão capaz de ler e escrever em todas as novas linguagens do universo informacional em que está imerso. (1998, p. 146)
Considerando esta realidade, cabe levantar o problema que desafia a educação na atualidade, qual seja a educação brasileira se preocupa em dar condições para que o aluno possa estar consciente de seus direitos e deveres de cidadão? O aluno quando sai da escola tem condições de entender como funciona a política, a economia, a exploração no trabalho? A escola está formando pessoas passivas ou agentes de transformação?
Temos que oportunizar várias linguagens e outros conhecimentos. A formação cultural implica abertura de outros campos do conhecimento. As imagens televisivas e as diversas mídias oferecidas à sociedade devem ser vistas como um campo para exercitar o pensamento, saber selecionar e ter uma visão crítica do que se pretende por traz daquela informação.
Exercitar esta reflexão crítica é muito importante por tratar – se especialmente de uma atitude e de uma opção de não adaptação no e com o mundo, mas reflexão para a compreensão e ação no sentido de mudar contextos sociais, numa perspectiva de se construir uma sociedade socialmente mais justa.
Uma educação que tenha isto como horizonte não pode ser uma educação fragmentada e também não pode ser uma educação unidimensional, isto é, que apenas desenvolva as capacidades para o mercado. Tem que desenvolver o conjunto de capacidades: ser bom cidadão, bom profissional, um sujeito máximo que pense muito, que reivindique seus direitos e se organize para concretizá – los. A construção da cidadania deve ser o ponto fundamental no processo educativo.
Para Grinspum (2001,p.35), a educação precisa buscar a compreensão desse contexto para situar o educando no significado do humano e na compreensão do mundo que o abriga.
Hoje o aluno dispõe de inúmeros meios de aprendizagem (rádio, televisão, jornais, revistas, internet, etc.) não necessitando necessariamente ligar – se a figura do professor, mas na perspectiva política o papel do educador é necessário, como afirma Moran (2007, p.18) “bons professores são as peças-chave na mudança educacional”. Como mediador entre saberes, cabe ao professor despertar o aluno para o mundo, para a criação, para um projeto de vida, a produção e a difusão de saberes.
Os multimeios e suas variadas formas de lazer e diversão transformam o ensino num desafio para os educadores. Como nos referencia Moran (2007, p. 38) “necessitamos dos educadores tecnológicos que nos tragam as melhores soluções para cada situação de aprendizagem, que facilitem a comunicação com os alunos (...) e que humanizem as tecnologias e as mostrem como meios e não como fim”.
Nesse sentido faz – se mister a busca de uma prática pedagógica que leve o aluno ao questionamento da problemática que envolve o seu estado, o seu país, uma prática voltada para a ética e a cidadania, formando assim um ser crítico-reflexivo. Cabe a nós educadores permitir que os alunos possam fazer uma reflexão profunda das mídias. Temos como papel fundamental despertar no aluno o lado oculto das mídias, lendo nas entrelinhas o que cada programa e /ou página está querendo oferecer. Cabe ressaltar ainda o que afirma Moran (2007,p. 54) “o desafio de educar é o de ir construindo pontes entre universos de significação diferentes, entre formas de compreensão contraditórias e de comunicação divergentes”.
As mídias são recursos importantes a serem incorporados ao cotidiano escolar, mas seus benefícios serão maiores à medida que lhes forem oportunizados a expansão da percepção de mundo e ampliação de aprendizagem, envolvendo os alunos em trabalhos cooperativos e solidários, num ambiente de autonomia e liberdade, permitindo – lhes assim a construção e reconstrução do conhecimento e acima de tudo construir – se e reconstruir – se diariamente como cidadãos.
Portanto precisamos de ações que nos levem a buscar uma nova sociedade, onde haja justiça como principal fonte para realizar a igualdade, a liberdade e todas as linhas de desenvolvimento do ser humano. A escola é um espaço de construção de identidades, de existência de práticas pedagógicas não-convencionais que promovem o convívio das diferenças culturais em busca da superação das desigualdades. Para isso precisamos lutar contra a exclusão e adaptar a educação à diversidade dos alunos; respeitar o direito a própria identidade e progredir no respeito pelos direitos humanos.
É preciso programar ações nas escolas que implementem uma prática inovadora, com propósito voltado para o compartilhar saberes e a interdisciplinaridade poderá favorecer estas aproximações.
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BELLONI, M.L. Educação a distância. Campinas: Autores associados, 1999
DELORS, Jacques. Relatório-Educação: Um Tesouro a descobrir ( UNESCO, MEC) Cortez Editora- SP, 1999.
FAZENDA, Ivani C. Arantes. Interdisciplinaridade, História e Pesquisa. Campinas, SP: Papirus, 1994.
GRINSPUM,Mirian P S Zippin. Educação Tecnológica: desafios e perspectivas. 2ª Ed. São Paulo:Cortez, 2001
MORAN, José Manuel. A educação que desejamos: Novos desafios e como chegar lá.Campinas São Paulo:Papirus, 2007
MORIN, Edgar. Educação e Complexidade: Os sete saberes e outros ensaios. São Paulo: Cortez, 2002.
29 de set. de 2009
Educação a Distância
As novas tecnologias de informação e comunicação trouxeram consigo contribuições essenciais ao cenário da educação a distancia _ EAD, que em décadas atrás era vista como uma alternativa para atender as demandas e tornar o ensino acessível a todos e / ou dar condições àqueles que não tiveram oportunidade de cursar o ensino apropriado, o que lhe deu uma conotação de ensino de baixa qualidade.
Hoje aparece como uma opção muito importante dentro dos espaços educacionais, não apenas como a expansão do acesso a escolaridade, mas também como atualização permanente e adoção de novos paradigmas, visando dotar a sociedade de conhecimentos significativos e melhoria na qualidade de ensino.
Conforme Belloni (2003.)
Educação a distância é uma relação de diálogo, estrutura e autonomia que requer meios técnicos para mediatizar esta comunicação. É baseada em procedimentos que permitem o estabelecimento de processos de ensino-aprendizagem mesmo onde não existe contato face a face entre professores e alunos.
A flexibilidade dos horários, a não obrigatoriedade da freqüência diária, a utilização do computador como ferramenta, entre outros , aumenta o número de pessoas que podem inserir-se em um processo de formação continuada. A distância física é diminuída pelas tecnologias de comunicação que interligam professores, alunos e tutores rompendo com as distâncias espaço-temporais e proporcionando a interação , participação e construção colaborativa.
Segundo Moran,
"Educação a distância é o processo de ensino-aprendizagem, mediado por tecnologias, onde professores e alunos estão separados espacial e/ou temporalmente. É ensino/aprendizagem onde professores e alunos não estão normalmente juntos, fisicamente, mas podem estar conectados, interligados por tecnologias, principalmente as telemáticas, como a Internet. Mas também podem ser utilizados o correio, o rádio, a televisão, o vídeo, o CD-ROM, o telefone, o fax e tecnologias semelhantes."
A EAD se apresenta hoje como uma modalidade de educação que torna possível a inovação de novos modos de ensinar e aprender, utilizando dos diversos meios eletrônicos de comunicação. Sendo um novo processo que o profissional precisa entender para obter sucesso com sua utilização. Porém , devemos ter muito claro que estes devem aparecer como um meio para facilitar o sucesso do aluno, pois possibilitam um salto qualitativo na comunicação,proporcionando contato direto com os alunos mesmo a distância para que estabeleçam trocas de experiências, organização de idéias ,trocas de informações tornando – se autônomos de sua aprendizagem.
De acordo com Castro Neves
"Estudar a distancia exige autonomia, capacidade de gerenciar seu próprio tempo, habilidade de leitura, escrita e interpretação e domínio de tecnologia, ajudando a formar sujeitos ativos, criativos e cidadãos comprometidos, capaz de buscar, criar, de aprender e de intervir no mundo em que vivem". (2002,p. 140)
Como menciona Almeida (2001, p. 79), “é preciso criar ambientes que favoreçam a aprendizagem, despertem a disposição para aprender, disponibilize as informações pertinentes de maneira organizada e promovam a interiorização de conceitos construídos”.
Ter ambientes ricos em ferramentas interativas é importante, mas, o mais importante é os profissionais estarem preparados para utilizar estes recursos a fim de promover as interações, cooperações de todos os envolvidos no processo de ensino e aprendizagem virtual.
Os ambientes de aprendizagem usados para educação à distância, por mais ferramentas disponibilizadas que proporcionem a cooperação e interação, sozinhos não dão conta da construção de conhecimentos dos alunos, precisa – se de uma equipe de profissionais preparados que os acompanhe e faça as mediações necessárias para o funcionamento dos ambientes e a construção da aprendizagem.
É importante que se oriente o aluno, não só em um momento inicial, mas durante todo o processo, desenvolvendo habilidades de independência e iniciativa.O aluno precisa sentir que não está sozinho nesta caminhada, existe um professor-tutor para orientá – lo e acompanhá – lo durante todo o curso. Nesse processo, cabe a este professor acompanhar as atividades dos alunos , motivar a aprendizagem, orientar e proporcionar condições de uma aprendizagem autônoma.
De acordo com Almeida (2001) ,
"O papel do professor como orientador do aluno que acompanha seu desenvolvimento no curso, provoca-o para fazê-lo refletir, compreender os equívocos e depurar suas produções, mas não indica plantão integral do professor no curso. O professor se faz presente em determinados momentos para acompanhar o aluno, mas não entra no jogo de corpo a corpo nem tem o papel de controlar seu desempenho".
E desta forma exercendo um papel fundamental no acompanhamento ou correção dos trabalhos no sentido de orientá – los para um melhor desempenho , auxiliá – los nas respostas dando sugestões de idéias para o enriquecimento das atividades e aproveitamento do curso .
Bibliografia
ALMEIDA, Maria Elizabete de . Formando professores para atuar em ambientes virtuais de aprendizagem. In: ALMEIDA, F. J. (Coord). Projeto Nave. Educação a distância: formação de professores em ambientes virtuais e colaborativos de aprendizagem. São Paulo: [s.n.], 2001.
BELLONI, M.L. Educação a distância. Campinas: Autores associados, 1999.
MORAN, José Manuel. Mudanças na Comunicação Pessoal: gerenciamento integrado da comunicação pessoal, social e tecnológica. São Paulo: Paulinas, 1998.
CASTRO NEVES, Carmen Moreira de. A Educação a distancia e a formação de professores,in Integração das tecnologias na Educação /Secretaria de Educação a Distancia.Brasilia: MEC/ SEED. 2005
Hoje aparece como uma opção muito importante dentro dos espaços educacionais, não apenas como a expansão do acesso a escolaridade, mas também como atualização permanente e adoção de novos paradigmas, visando dotar a sociedade de conhecimentos significativos e melhoria na qualidade de ensino.
Conforme Belloni (2003.)
Educação a distância é uma relação de diálogo, estrutura e autonomia que requer meios técnicos para mediatizar esta comunicação. É baseada em procedimentos que permitem o estabelecimento de processos de ensino-aprendizagem mesmo onde não existe contato face a face entre professores e alunos.
A flexibilidade dos horários, a não obrigatoriedade da freqüência diária, a utilização do computador como ferramenta, entre outros , aumenta o número de pessoas que podem inserir-se em um processo de formação continuada. A distância física é diminuída pelas tecnologias de comunicação que interligam professores, alunos e tutores rompendo com as distâncias espaço-temporais e proporcionando a interação , participação e construção colaborativa.
Segundo Moran,
"Educação a distância é o processo de ensino-aprendizagem, mediado por tecnologias, onde professores e alunos estão separados espacial e/ou temporalmente. É ensino/aprendizagem onde professores e alunos não estão normalmente juntos, fisicamente, mas podem estar conectados, interligados por tecnologias, principalmente as telemáticas, como a Internet. Mas também podem ser utilizados o correio, o rádio, a televisão, o vídeo, o CD-ROM, o telefone, o fax e tecnologias semelhantes."
A EAD se apresenta hoje como uma modalidade de educação que torna possível a inovação de novos modos de ensinar e aprender, utilizando dos diversos meios eletrônicos de comunicação. Sendo um novo processo que o profissional precisa entender para obter sucesso com sua utilização. Porém , devemos ter muito claro que estes devem aparecer como um meio para facilitar o sucesso do aluno, pois possibilitam um salto qualitativo na comunicação,proporcionando contato direto com os alunos mesmo a distância para que estabeleçam trocas de experiências, organização de idéias ,trocas de informações tornando – se autônomos de sua aprendizagem.
De acordo com Castro Neves
"Estudar a distancia exige autonomia, capacidade de gerenciar seu próprio tempo, habilidade de leitura, escrita e interpretação e domínio de tecnologia, ajudando a formar sujeitos ativos, criativos e cidadãos comprometidos, capaz de buscar, criar, de aprender e de intervir no mundo em que vivem". (2002,p. 140)
Como menciona Almeida (2001, p. 79), “é preciso criar ambientes que favoreçam a aprendizagem, despertem a disposição para aprender, disponibilize as informações pertinentes de maneira organizada e promovam a interiorização de conceitos construídos”.
Ter ambientes ricos em ferramentas interativas é importante, mas, o mais importante é os profissionais estarem preparados para utilizar estes recursos a fim de promover as interações, cooperações de todos os envolvidos no processo de ensino e aprendizagem virtual.
Os ambientes de aprendizagem usados para educação à distância, por mais ferramentas disponibilizadas que proporcionem a cooperação e interação, sozinhos não dão conta da construção de conhecimentos dos alunos, precisa – se de uma equipe de profissionais preparados que os acompanhe e faça as mediações necessárias para o funcionamento dos ambientes e a construção da aprendizagem.
É importante que se oriente o aluno, não só em um momento inicial, mas durante todo o processo, desenvolvendo habilidades de independência e iniciativa.O aluno precisa sentir que não está sozinho nesta caminhada, existe um professor-tutor para orientá – lo e acompanhá – lo durante todo o curso. Nesse processo, cabe a este professor acompanhar as atividades dos alunos , motivar a aprendizagem, orientar e proporcionar condições de uma aprendizagem autônoma.
De acordo com Almeida (2001) ,
"O papel do professor como orientador do aluno que acompanha seu desenvolvimento no curso, provoca-o para fazê-lo refletir, compreender os equívocos e depurar suas produções, mas não indica plantão integral do professor no curso. O professor se faz presente em determinados momentos para acompanhar o aluno, mas não entra no jogo de corpo a corpo nem tem o papel de controlar seu desempenho".
E desta forma exercendo um papel fundamental no acompanhamento ou correção dos trabalhos no sentido de orientá – los para um melhor desempenho , auxiliá – los nas respostas dando sugestões de idéias para o enriquecimento das atividades e aproveitamento do curso .
Bibliografia
ALMEIDA, Maria Elizabete de . Formando professores para atuar em ambientes virtuais de aprendizagem. In: ALMEIDA, F. J. (Coord). Projeto Nave. Educação a distância: formação de professores em ambientes virtuais e colaborativos de aprendizagem. São Paulo: [s.n.], 2001.
BELLONI, M.L. Educação a distância. Campinas: Autores associados, 1999.
MORAN, José Manuel. Mudanças na Comunicação Pessoal: gerenciamento integrado da comunicação pessoal, social e tecnológica. São Paulo: Paulinas, 1998.
CASTRO NEVES, Carmen Moreira de. A Educação a distancia e a formação de professores,in Integração das tecnologias na Educação /Secretaria de Educação a Distancia.Brasilia: MEC/ SEED. 2005
17 de set. de 2009
BLOG COMO RECURSO PEDAGÓGICO
"Vivendo se aprende; mas o que se aprende mais é só a fazer outras maiores perguntas"
O blog é um recurso que está sendo utilizado em larga escala e surgiu pela primeira vez em 1997, quando um internauta de nome Jonh Barger chamou “Weblog” seu diário pessoal na rede. Atualmente é cada vez mais crescente o seu uso, conquistando pessoas das diferentes áreas profissionais, especialmente jovens e a escola com suas possibilidade para produção e divulgação de conhecimentos.
O blog é uma página web que pode ser atualizada freqüentemente. Disponibiliza diversos recursos, permitindo a postagem de conteúdos de diferentes temas. Permite o envio de mensagem instantânea em rede e postagem de conteúdos, onde o autor exprime idéias e sentimentos. Porém os blogs podem ter uma aplicação mais profissional entre pessoas que se reúnem para discutir assuntos de interesse em comum propiciando a colaboração, a cooperação e a autoria coletiva.
Sendo assim, o uso do blog na educação apresenta – se como um possível viabilizador da construção do coletivo a partir da cooperação para o conhecimento.
Diante desta dimensão com novas possibilidades e desafios somos instigados a repensar as formas de ensinar e aprender.
É fundamental despertar a reflexão dos professores para uma nova comunicação com os alunos em sala de aula, por uma prática que contemple e integre as mídias, não apenas como uso, mas para o enriquecimento de propostas significativas do projeto político pedagógico da escola.
Atualmente, as escolas têm disponíveis diferentes mídias para serem inseridas no processo ensino aprendizagem. No entanto para que o professor possa fazer uso destas ferramentas pedagogicamente ele precisa repensar sua prática pedagógica. É preciso que ele tome uma nova postura de reflexão-ação-reflexão, mediando o conhecimento diante do aluno que é sujeito da sua própria formação. O aluno precisa construir conhecimento a partir do que ele faz, e o professor buscar sentido para o que faz e apontar novos caminhos para o fazer dos seus alunos, despertando o seu interesse, desafiando – os, levando – os a discussão e a reflexão, auxiliando – os a descobrir o significado e o contexto do conteúdo abordado.
“A inserção dos blogs num processo pedagógico pode constituir-se em instrumento valioso e prático, considerando as características peculiares em contraponto às condições que um material didático interativo deve apresentar, 1. favorecer aprendizagens ativas e construtivas; 2. proporcionar o estabelecimento de elos entre informações e conhecimentos; 3. apoiar uma organização constante dos conhecimentos; 4. incitar o trabalho no nível cognitivo e metacognitivo; 5. articular conhecimentos declarativos, procedurais e condicionais. Isto se os materiais estiverem apoiados numa psicologia cognitivista, uma vez que, segundo tal epistemologia, o aluno constrói ativamente e gradualmente o saber, em contato com novas informações, processando-as, partindo das já conhecidas para as novas. Relacionando-as e integrando-as em uma rede de conhecimentos na chamada memória de longo prazo”. (SANTOS, p. 2, 2006).
A velocidade em que novos conhecimentos são produzidos e disponibilizados nas diversas áreas do conhecimento e formatos de mídias exige uma atuação profissional fundamentada na pesquisa de forma colaborativa e cooperativa, onde o conhecimento é visto como um processo interativo. Por isso, proponho aqui a criação de um blog para o trabalho pedagógico.
O blog registra de forma dinâmica todo o processo de construção de novos conhecimentos substituindo o antigo paradigma linear onde professor ensina e aluno aprende sem nenhuma interação. O professor é o mediador de todo o processo, levando o aluno a alcançar a autonomia necessária para aquisição de aprendizagens significativas.
Como instrumento pedagógico o recurso blog propõe uma abordagem diferenciada onde professores de diferentes disciplinas sejam co-autores de atividades e assuntos que podem ser abordados com os alunos ao mesmo tempo em que vão criando domínio da ferramenta. Assim professores e alunos tornam-se parceiros de aprendizagem, um interagindo com o outro, revendo e construindo aprendizagens juntos. Por meio dos comentários, abre-se o diálogo entre educadores e educandos, que se revezam no papel de escritores, leitores e pensadores, permitindo uma avaliação diagnóstica, contínua e dinâmica, onde o aluno será avaliado a partir de suas produções, sua forma de representar e formalizar os conhecimentos, fazendo também uma auto - análise do seu desenvolvimento.
O grande desafio consiste em estar aberto para aprender com os próprios alunos e inverter uma relação de saber perpetuada há séculos. É preciso que os professores repensem suas práticas. Esta nova sociedade que se descortina exige um professor diferente, um aluno diferente, que atuam num mundo em constante transformação e segundo Paulo Freire “... ser professor, hoje, é viver inteiramente o seu tempo, é conviver; é ter consciência e sensibilidade”.
Referências Bibliográficas
AMORIM, Eliã Siméia Martins dos Santos. Blog da Eliã. Disponível em: http://simeiaamorim.zip.net Acesso em 6 junho de 2007.
SANTOS, Gilberto Lacerda. Produção de material didático para EaD. Londrina: Unopar, 2006.
MORAN, José Manuel; MASSETO, Marco T.; BAHRENS, Marilda Aparecida. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas: Papirus, 2000.
(Guimarães Rosa)
O blog é um recurso que está sendo utilizado em larga escala e surgiu pela primeira vez em 1997, quando um internauta de nome Jonh Barger chamou “Weblog” seu diário pessoal na rede. Atualmente é cada vez mais crescente o seu uso, conquistando pessoas das diferentes áreas profissionais, especialmente jovens e a escola com suas possibilidade para produção e divulgação de conhecimentos.
O blog é uma página web que pode ser atualizada freqüentemente. Disponibiliza diversos recursos, permitindo a postagem de conteúdos de diferentes temas. Permite o envio de mensagem instantânea em rede e postagem de conteúdos, onde o autor exprime idéias e sentimentos. Porém os blogs podem ter uma aplicação mais profissional entre pessoas que se reúnem para discutir assuntos de interesse em comum propiciando a colaboração, a cooperação e a autoria coletiva.
Sendo assim, o uso do blog na educação apresenta – se como um possível viabilizador da construção do coletivo a partir da cooperação para o conhecimento.
Diante desta dimensão com novas possibilidades e desafios somos instigados a repensar as formas de ensinar e aprender.
É fundamental despertar a reflexão dos professores para uma nova comunicação com os alunos em sala de aula, por uma prática que contemple e integre as mídias, não apenas como uso, mas para o enriquecimento de propostas significativas do projeto político pedagógico da escola.
Atualmente, as escolas têm disponíveis diferentes mídias para serem inseridas no processo ensino aprendizagem. No entanto para que o professor possa fazer uso destas ferramentas pedagogicamente ele precisa repensar sua prática pedagógica. É preciso que ele tome uma nova postura de reflexão-ação-reflexão, mediando o conhecimento diante do aluno que é sujeito da sua própria formação. O aluno precisa construir conhecimento a partir do que ele faz, e o professor buscar sentido para o que faz e apontar novos caminhos para o fazer dos seus alunos, despertando o seu interesse, desafiando – os, levando – os a discussão e a reflexão, auxiliando – os a descobrir o significado e o contexto do conteúdo abordado.
“A inserção dos blogs num processo pedagógico pode constituir-se em instrumento valioso e prático, considerando as características peculiares em contraponto às condições que um material didático interativo deve apresentar, 1. favorecer aprendizagens ativas e construtivas; 2. proporcionar o estabelecimento de elos entre informações e conhecimentos; 3. apoiar uma organização constante dos conhecimentos; 4. incitar o trabalho no nível cognitivo e metacognitivo; 5. articular conhecimentos declarativos, procedurais e condicionais. Isto se os materiais estiverem apoiados numa psicologia cognitivista, uma vez que, segundo tal epistemologia, o aluno constrói ativamente e gradualmente o saber, em contato com novas informações, processando-as, partindo das já conhecidas para as novas. Relacionando-as e integrando-as em uma rede de conhecimentos na chamada memória de longo prazo”. (SANTOS, p. 2, 2006).
A velocidade em que novos conhecimentos são produzidos e disponibilizados nas diversas áreas do conhecimento e formatos de mídias exige uma atuação profissional fundamentada na pesquisa de forma colaborativa e cooperativa, onde o conhecimento é visto como um processo interativo. Por isso, proponho aqui a criação de um blog para o trabalho pedagógico.
O blog registra de forma dinâmica todo o processo de construção de novos conhecimentos substituindo o antigo paradigma linear onde professor ensina e aluno aprende sem nenhuma interação. O professor é o mediador de todo o processo, levando o aluno a alcançar a autonomia necessária para aquisição de aprendizagens significativas.
Como instrumento pedagógico o recurso blog propõe uma abordagem diferenciada onde professores de diferentes disciplinas sejam co-autores de atividades e assuntos que podem ser abordados com os alunos ao mesmo tempo em que vão criando domínio da ferramenta. Assim professores e alunos tornam-se parceiros de aprendizagem, um interagindo com o outro, revendo e construindo aprendizagens juntos. Por meio dos comentários, abre-se o diálogo entre educadores e educandos, que se revezam no papel de escritores, leitores e pensadores, permitindo uma avaliação diagnóstica, contínua e dinâmica, onde o aluno será avaliado a partir de suas produções, sua forma de representar e formalizar os conhecimentos, fazendo também uma auto - análise do seu desenvolvimento.
O grande desafio consiste em estar aberto para aprender com os próprios alunos e inverter uma relação de saber perpetuada há séculos. É preciso que os professores repensem suas práticas. Esta nova sociedade que se descortina exige um professor diferente, um aluno diferente, que atuam num mundo em constante transformação e segundo Paulo Freire “... ser professor, hoje, é viver inteiramente o seu tempo, é conviver; é ter consciência e sensibilidade”.
Referências Bibliográficas
AMORIM, Eliã Siméia Martins dos Santos. Blog da Eliã. Disponível em: http://simeiaamorim.zip.net Acesso em 6 junho de 2007.
SANTOS, Gilberto Lacerda. Produção de material didático para EaD. Londrina: Unopar, 2006.
MORAN, José Manuel; MASSETO, Marco T.; BAHRENS, Marilda Aparecida. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas: Papirus, 2000.
7 de set. de 2009
7 DE SETEMBRO_Independência do Brasil
Setembro é o mês marcado pela festa comemorativa da independência de nossa Pátria. E como brasileiros podemos expressar nossa fé esperança e amor entoando a estrofe: Brava gente brasileira/Longe vá temor servil/Ou ficar a Pátria livre /ou morrer pelo Brasil.
Em sete de setembro de 1822, passamos de Brasil colônia a Brasil independente. Será que de fato somos totalmente independentes?
Antes de tudo, somos dependentes da lei de Deus! Essa é uma dependência necessária que aceitamos com alegria de nossa fé. Mas será que temos outras dependências que precisamos superar?
Valeria a pena lembrar que nossos irmãos negros, representando grande parcela da população brasileira, viveram como escravos por dezenas de anos. A famosa lei Áurea de 1888 não chegou a representar uma abolição plena da escravatura. Devemos reconhecer que em nossa sociedade existe uma discriminação camuflada e bastante hipócrita junto a nossos irmãos negros. Quantas vezes a expressão “boa aparência” como requisito para um emprego é um jeito de excluir um eventual candidato. Temos muitos outros comportamentos discriminatórios.
Isto quer dizer que precisamos proclamar a independência do Brasil bem dentro de nossa sociedade. Precisamos começar a proclamar a independência do Brasil dentro de cada um de nós! E como patriotas precisamos defender uma sociedade que tenha a pessoa humana como valor central.Precisamos reconhecer o valor da consciência social que exige o respeito mútuo pela liberdade de opção e solidariedade.
Que a celebração desta festa de nossa Pátria marque para todos nós uma verdadeira libertação de todas as escravidões e de todas as nossas dependências mesquinhas. Afinal a independência de uma nação é conquistada a cada dia, por um povo forte e unido, lutando contra os inimigos externos e internos, estes exigindo batalhas mais freqüentes. Conquistaremos a liberdade lutando contra as injustiças, a corrupção que corrói as estruturas das instituições e o preconceito que divide concidadãos. Munidos de muito amor e respeito, instrumentos essenciais para a constituição da fraternidade, em defesa da soberania.
Que o nosso povo unido viva o ideal cristão e possam construir o Brasil desejado por todos, sem amarras e independentes , sem esquecer que a Pátria é a família ampliada onde o povo reina, triunfa e impera!A independência não é apenas uma festa, nem se resume a uma data!
Em sete de setembro de 1822, passamos de Brasil colônia a Brasil independente. Será que de fato somos totalmente independentes?
Antes de tudo, somos dependentes da lei de Deus! Essa é uma dependência necessária que aceitamos com alegria de nossa fé. Mas será que temos outras dependências que precisamos superar?
Valeria a pena lembrar que nossos irmãos negros, representando grande parcela da população brasileira, viveram como escravos por dezenas de anos. A famosa lei Áurea de 1888 não chegou a representar uma abolição plena da escravatura. Devemos reconhecer que em nossa sociedade existe uma discriminação camuflada e bastante hipócrita junto a nossos irmãos negros. Quantas vezes a expressão “boa aparência” como requisito para um emprego é um jeito de excluir um eventual candidato. Temos muitos outros comportamentos discriminatórios.
Isto quer dizer que precisamos proclamar a independência do Brasil bem dentro de nossa sociedade. Precisamos começar a proclamar a independência do Brasil dentro de cada um de nós! E como patriotas precisamos defender uma sociedade que tenha a pessoa humana como valor central.Precisamos reconhecer o valor da consciência social que exige o respeito mútuo pela liberdade de opção e solidariedade.
Que a celebração desta festa de nossa Pátria marque para todos nós uma verdadeira libertação de todas as escravidões e de todas as nossas dependências mesquinhas. Afinal a independência de uma nação é conquistada a cada dia, por um povo forte e unido, lutando contra os inimigos externos e internos, estes exigindo batalhas mais freqüentes. Conquistaremos a liberdade lutando contra as injustiças, a corrupção que corrói as estruturas das instituições e o preconceito que divide concidadãos. Munidos de muito amor e respeito, instrumentos essenciais para a constituição da fraternidade, em defesa da soberania.
Que o nosso povo unido viva o ideal cristão e possam construir o Brasil desejado por todos, sem amarras e independentes , sem esquecer que a Pátria é a família ampliada onde o povo reina, triunfa e impera!A independência não é apenas uma festa, nem se resume a uma data!
6 de set. de 2009
Quem sou eu, Quem é você
Somos resultados da soma de nossas relações.
Pensando bem quero definir, quem sou eu.
Eu sou mulher, mãe e esposa dedicada. Como profissão sou professora. Tudo que faço, faço bem feito. Amo tudo que tenho e vivo de bem com a vida. Trabalhar, estudar, ler, amar, sorrir e brincar são ações indispensáveis da minha vida. E por falar da vida, ela é belíssima, mas não é tão simples vivê-la, as vezes, se parece com um imenso jardim e de repente e paisagem muda. Ainda bem que possuímos uma força incrível para superar os obstáculos e continuar em frente, cada vez mais fortes e corajosos. Sim, eu amo a vida e a minha família! Que são meus amores!
Pensando bem quero definir, quem sou eu.
Eu sou mulher, mãe e esposa dedicada. Como profissão sou professora. Tudo que faço, faço bem feito. Amo tudo que tenho e vivo de bem com a vida. Trabalhar, estudar, ler, amar, sorrir e brincar são ações indispensáveis da minha vida. E por falar da vida, ela é belíssima, mas não é tão simples vivê-la, as vezes, se parece com um imenso jardim e de repente e paisagem muda. Ainda bem que possuímos uma força incrível para superar os obstáculos e continuar em frente, cada vez mais fortes e corajosos. Sim, eu amo a vida e a minha família! Que são meus amores!
5 de set. de 2009
VIVER A VIDA
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos. Charles chaplin
1 de set. de 2009
31 de ago. de 2009
Marcas
Marcas, isso... serão marcas, umas mais profundas, outras superficiais porém com algum significado também. Serão detalhes que guardaremos dentro de nós e que se contarmos para terceiros talvez não tenha a menor importância pois só nós saberemos o quanto foi incrível vivê-los.
22 de mai. de 2009
FELICIDADE
Os pais podem dar alegria e satisfação para um filho,mas não há como lhe dar felicidade.
Os pais podem aliviar sofrimentos enchendo-o de presentes,mas não há como lhe comprar felicidade.
Os pais podem ser muito bem-sucedidos e felizes,mas não há como lhe emprestar felicidade.
Mas os pais podem aos filhos dar muito amor, carinho, respeito;
Ensinar tolerância, solidariedade e cidadania,
Exigir reciprocidade, disciplina e religiosidade,
Reforçar a ética e a preservação da Terra.
Pois é de tudo isso que se compõe a auto-estima.
É sobre a auto-estima que repousa a alma,
E é nesta paz que reside a felicidade.
Do livro(Quem ama Educa! Içami Tiba)
Os pais podem aliviar sofrimentos enchendo-o de presentes,mas não há como lhe comprar felicidade.
Os pais podem ser muito bem-sucedidos e felizes,mas não há como lhe emprestar felicidade.
Mas os pais podem aos filhos dar muito amor, carinho, respeito;
Ensinar tolerância, solidariedade e cidadania,
Exigir reciprocidade, disciplina e religiosidade,
Reforçar a ética e a preservação da Terra.
Pois é de tudo isso que se compõe a auto-estima.
É sobre a auto-estima que repousa a alma,
E é nesta paz que reside a felicidade.
Do livro(Quem ama Educa! Içami Tiba)
5 de fev. de 2009
INICIANDO AS ATIVIDADES
M inha iniciativa ao criar este blog é
E fetivamente discorrer sobre assuntos variados,
U nificando os trabalhos , textos e poemas e tudo o que eu escrever.
B astante empolgada com esta idéia,
L ogo, registrarei o processo de construção de novos conhecimentos,
O rganizando este espaço dinâmico para interação, reflexão e troca de experiências.
G arantindo assim a auto-reflexão e o arquivamento do meu dia a dia.
E fetivamente discorrer sobre assuntos variados,
U nificando os trabalhos , textos e poemas e tudo o que eu escrever.
B astante empolgada com esta idéia,
L ogo, registrarei o processo de construção de novos conhecimentos,
O rganizando este espaço dinâmico para interação, reflexão e troca de experiências.
G arantindo assim a auto-reflexão e o arquivamento do meu dia a dia.
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